Cabido

Cónegos Capitulares
 
Cónego Vítor dos Reis Franco Gomes - Presidente ou Deão,
Cónego João Duarte Rodrigues Pita de Andrade - Vice Presidente,
Cónego João Francisco Dias - Tesoureiro,
Cónego Manuel Martins - Secretário
Cónego Carlos Duarte Lino Nunes,
Cónego José Fiel de Sousa.
Cónego Manuel Gonçalves dos Ramos
Cónego Rui Alberto Fernandes Pontes
Cónego Toni Vítor de Sousa
Cónego Marcos Fernandes Gonçalves 
Cónegos Jubilados
Cónego António Damasceno de Sousa;
Cónego Francisco Xavier Gomes Ribeiro;
Cónego Manuel de Freitas Luís;
Cónego Agostinho Rafael Carvalho.
 
Penitenciário 
Cónego João Duarte Rodrigues Pita de Andrade

Breve apresentação do Cabido da Catedral do Funchal

NATUREZA E FINS

 

Art. 1º O Cabido da Sé Catedral do Funchal é uma pessoa jurídica colegial de sacerdotes que tem o dever de celebrar as funções litúrgicas mais solenes na Catedral. Compete-lhe também desempenhar as funções que lhe são confiadas pelo direito ou pelo Bispo diocesano.

 

Art. 4° São fins do Cabido:

          a) Fomentar, impulsionar e potenciar, como colégio sacerdotal, tudo aquilo que contribui para fazer do Cabido, no âmbito da Diocese, uma autêntica fraternidade sacerdotal;

            b) Promover e ordenar as celebrações Litúrgicas na Igreja Catedral de modo que o Povo de Deus, sob a presidência do seu Bispo, louve ao Senhor com a solenidade devida e manifeste a unidade da Igreja particular;

  c) Cuidar do património artístico e do Arquivo mediante uma adequada conservação.

 

 

CONSTITUIÇÃO DO CABIDO

 

        Art.  5° O Cabido  do Funchal  foi instituido  pela búla «Proexcellentt Praeeminentia» de Leao X de 12 de Junho  de 1514 e compõe-se  de um número  indeteminado   de cónegos, quatro  dos  quais  são  dignidades,   que precedem   uns  aos  outros  por  esta  ordem:  Deão, Chantre,  Arcediago  e Tesoureiro-mor,   e todos  aos demais  cónegos,  e estes entre  si pela sua antiguidade.

 

O CABIDO COMO COLÉGIO DOS CONSULTORES

 

        Art. 31 O  Cabido da Sé do Funchal exerce as funções  de Colégio  dos Consultores diocesanos (cf. can. 502  § 3), segundo a decisão  da Conferência  Episcopal Portuguesa, aprovada  pela  Santa  Sé  e  reconfirmada    pelo  Decreto  de  11  de  Janeiro  de  2002. Compete-lhe:

     a)   Governar a Diocese na vacância, não existindo Bispo auxiliar, até a tomada de posse do administrador diocesano;

          b)  Reunir os capitulares para a eleição do Administrador diocesano (can. 421 § 1);

          c)   Comunicar à Santa Sé a vacância da Sé pelo falecimento do Bispo diocesano (can. 422);

        d)  Informar  o Administrador diocesano da sua eleição, receber dele a aceitação do cargo (can. 427 § 2) e a respectiva profissão de fé (can. 833,4);

   e)  Dar voto consultivo: 1- Para a nomeação do Ecónomo diocesano e para a sua demissão  (can.  494,  §1  e  2); 2-  Para  actos  importantes  da  administração diocesana segundo o teor do can. 1277;

   f)  Dar voto deliberativo: 1- Para os actos de bens eclesiásticos nos termos referidos no can.  1277; 2- Para alienar bens eclesiásticos pertencentes a Diocese ou a pessoas morais sob a jurisdição do Prelado diocesano, nos termos do can. 1293;

3- Para os outros atos previstos nos can. 272 e 485.

 

   Art. 32°  Na sua função de Colégio de Consultores diocesanos, o Cabido reunirá com pelo menos seis dos seus membros não jubilados (cf. can. 502 § 1).

Dos Estatutos do Cabido

© Catedral do Funchal - Pe. Ignácio F. Rodrigues

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